- O problema do narcisismo: conceitualizações em disputa
- O Modelo Alternativo do DSM-5 e o PID-5: uma ferramenta em construção
- O estudo de Johnson, Schiafo e Anderson: o que foi feito
- Os achados principais: correlações e classes latentes
- Conexão psicossomática: narcisismo e a construção do self corpo-mente
- Limitações do estudo e direções futuras
- Finalizando…
- FAQ — PID-5 e narcisismo: 7 perguntas e respostas
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A personalidade não é um rótulo que se cola no sujeito. Ela é um território de traços, vulnerabilidades e defesas que o corpo e a mente constroem juntos. O estudo de Johnson, Schiafo e Anderson (2026) ilumina essa complexidade ao investigar os perfis de traços do narcisismo com o olhar dimensional do Personality Inventory for DSM-5.
O problema do narcisismo: conceitualizações em disputa
O narcisismo ocupa um lugar de destaque tanto na clínica quanto na cultura contemporânea, mas sua definição empírica permanece, há décadas, como um campo de tensões. Enquanto alguns pesquisadores o concebem como um traço dimensional, distribuído em graus variados na população geral, outros o abordam como um construto categórico, associado a um transtorno raro e grave. Essa fragmentação conceitual tem importantes implicações práticas, pois diferentes instrumentos acabam por avaliar fenômenos apenas parcialmente sobrepostos, mas não idênticos, o que dificulta a comparação entre estudos e compromete a consistência do diagnóstico clínico. Pincus e Lukowitsky denominaram esse impasse de criterion problem, e a literatura subsequente não apenas o confirmou, como também contribuiu para ampliá-lo.
A literatura costuma distinguir três grandes conceitualizações de narcisismo. O narcisismo não patológico é compreendido como uma forma emocionalmente resiliente e assertiva, associada a autoestima elevada e a avaliações positivas por parte dos pares, funcionando como recurso adaptativo em determinadas configurações sociais. O narcisismo grandioso se manifesta por autoconfiança excessiva, necessidade intensa de admiração, comportamento explorador e reduzido sofrimento subjetivo aparente. O narcisismo vulnerável, em contraste, é caracterizado por vergonha crônica, insegurança profunda, alta sensibilidade à crítica e humor depressivo, expressando-se sobretudo nas facetas de Ansiedade, Insegurança de Separação e Suspeição. Pesquisas anteriores, como as de Moreyra e Eaton (2022), já sugerem que esses dois subtipos coexistem em proporções variáveis em diferentes indivíduos e que a avaliação de um deles sem a consideração do outro implica perda de informação clínica essencial.

Do ponto de vista da medida, três instrumentos dominam a literatura. O Narcissistic Personality Inventory (NPI), de Raskin e Terry (1988), mede narcisismo grandioso em escala de autorrelato. O Pathological Narcissism Inventory (PNI), de Pincus e colaboradores (2009), captura dimensões de narcisismo patológico, incluindo vulnerabilidade e grandiosidade. Ambos foram utilizados no estudo Johnson 2026, o que permite comparar os perfis do PID-5 contra medidas validadas do construto.
O Modelo Alternativo do DSM-5 e o PID-5: uma ferramenta em construção
O Modelo Alternativo para Transtornos da Personalidade, introduzido na Seção III do DSM-5, constitui uma tentativa de superar a fragmentação categorial tradicional por meio de uma abordagem dimensional. O modelo combina dois critérios: o Critério A avalia o funcionamento global da personalidade em uma escala de 0 a 4 (do bom ao severamente comprometido), e o Critério B identifica traços patológicos organizados em cinco domínios amplos — Desatenção, Aversão, Descompasso, Antagonismo e Desinibição — cada um subdividido em cinco facetas, totalizando 25 facetas operacionais.
O Personality Inventory for DSM-5 (PID-5) é o instrumento de autorrelato que operacionaliza esse modelo, com 220 itens, originalmente desenvolvido por Krueger, Derringer, Markon, Watson e Skodol em 2012. O Transtorno da Personalidade Narcissica (TPN), na descrição do AMPD, requer comprometimento moderado ou maior no funcionamento da personalidade combinado a traços patológicos nos domínios Antagonismo (especialmente Grandeza) e Conscienciosidade (especialmente Busca de Atenção), além de Afetividade Negativa (especialmente Labilidade Emocional) quando presente. Esse perfil é considerado restritivo, porque captura apenas a expressão grandiosa do narcisismo e deixa de fora dimensões mais amplas de antagonismo e vulnerabilidade. A crítica que motivou o estudo Johnson foi justamente essa: o TPN segundo o AMPD dá peso excessivo à exibição e peso insuficiente à arquitetura interna que sustenta o narcisismo.
O estudo de Johnson, Schiafo e Anderson: o que foi feito
O estudo publicado em agosto de 2026 no Journal of Personality Disorders utilizou dois conjuntos de dados arquivados para examinar a utilidade do modelo de traços do AMPD em capturar múltiplas conceitualizações de narcisismo. A amostra combinou dois bancos coletados em estudos anteriores da Assessment of Personality Psychopathology (APP) Lab da Sam Houston State University, totalizando centenas de participantes adultos, com predominância de mulheres e idade média na faixa de adultos jovens. Os participantes responderam ao PID-5, ao PNI e ao NPI, e os autores conduziram análises de correlação entre facetas do PID-5 e medidas de narcisismo, seguidas de análise de classes latentes para identificar perfis naturais de resposta.
A pergunta central foi direta: as facetas do PID-5 que tradicionalmente aparecem no Transtorno da Personalidade Narcissica, como Grandeza e Manipulação, são suficientes para capturar o narcisismo, ou facetas de outros domínios, especialmente Aversão e Descompasso, carregam informação clínica igualmente relevante? A metodologia estatística incluiu correlações de Pearson com correção para compar múltiplas, e análise de classes latentes com modelos variando de duas a cinco classes, comparados por critérios de ajuste (AIC, BIC, entropia de classificação) e interpretabilidade clínica.
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Os achados principais: correlações e classes latentes
Os achados surpreendem pela direção. Cinco facetas do PID-5 demonstraram correlações de tamanho de efeito grande (r ≥ 0,5) com as medidas de narcisismo: Labilidade Emocional, Ansiedade, Insegurança de Separação, Suspeição e Perseverança. Dessas, nenhuma pertence ao domínio Antagonismo, onde o narcisismo é tradicionalmente classificado no DSM-5. Quatro das cinco facetas pertencem ao domínio Aversão (Labilidade Emocional, Ansiedade, Insegurança de Separação e Suspeição), e a quinta, Perseverança, pertence ao domínio Descompasso.
A interpretação proposta pelos autores é que o narcisismo, embora apresente manifestações grandiosas e exploradoras, é sustentado internamente por um perfil de vulnerabilidade emocional, desconfiança interpessoal e dificuldade de regular estados afetivos negativos. As facetas de Antagonismo, especialmente Grandeza e Manipulação, não apareceram entre as correlações mais fortes, sugerindo que o perfil dimensional do AMPD para TPN capta a expressão superficial, mas não a arquitetura emocional subjacente.
A análise de classes latentes identificou quatro perfis estatisticamente superiores ao modelo de três classes: uma classe não-patológica, com baixa pontuação em facetas desadaptativas; uma classe ansiosa, com elevação em traços de medo e insegurança, mas sem elevação expressiva de Antagonismo; uma classe de narcisismo adaptativo, com presença de Grandeza e Frieza funcionalmente integradas, sem a contrapartida da vulnerabilidade; e uma classe de narcisismo patológico, reunindo grande ansiedade, desconfiança elevada, Labilidade Emocional, e padrões de grandiosidade coexistindo com disregulação emocional.
“Narcissism consists of a collection of personality traits characterized by an excessive need for admiration from others, a sense of entitlement and superiority such that they view their own needs as more important than others’.”
Conexão psicossomática: narcisismo e a construção do self corpo-mente
A prática psicossomática oferece uma lente útil para interpretar esses achados, porque entende a formação do self como um processo inseparável da experiência corporal. O narcisismo não é apenas um conjunto de esquemas cognitivos; é uma arquitetura que se constrói sobre interocepção, regulação autonômica e percepção de fronteiras corporais. Quando um paciente apresenta elevação em Labilidade Emocional, Ansiedade e Insegurança de Separação, como observado na classe ansiosa e no narcisismo patológico, isso se traduz no corpo de forma direta. A Labilidade Emocional associa-se a flutuações no tônus vagal com ativação simpática desproporcional; a Ansiedade crônica recruta o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal e altera motilidade intestinal; a Insegurança de Separação aciona circuitos de apego que, quando ameaçados, disparam respostas de protesto e desamparo envolvendo o nervo vago. Cerca de 80% das fibras desse nervo são aferentes, e aproximadamente 90% da serotonina corporal é produzida no trato gastrointestinal, dentro do eixo intestino-cérebro. Esses dados iluminam por que estados crônicos de insegurança, desconfiança e perseveração cognitiva deixam marcas somáticas profundas. No atendimento de pacientes com perfil narcísico vulnerável, é comum que a queixa inicial seja física — dores difusas, fadiga inexplicada, síndromes gastrointestinais funcionais — e que apenas no percurso da escuta se revele a fragilidade identitária subjacente.
O narcisismo adaptativo, por outro lado, não costuma produzir a mesma sobrecarga alostática. Indivíduos com esse perfil mantêm coerência interna razoável e usam a grandiosidade como recurso regulatório sem a contrapartida da fragmentação vulnerável. O desafio para a clínica psicossomática é diferenciar, por trás de sintomas físicos sem lesão tecidual identificável, qual arquitetura de personalidade está em jogo, apoiando-se em instrumentos como o PID-5, que fornecem um mapa dimensional das vulnerabilidades. É aqui que o estudo de Johnson, Schiafo e Anderson ganha relevância: ele oferece evidência de que as facetas afetivo-negativas nucleares do narcisismo são as mais propensas a se expressar em queixas corporais difusas, abrindo caminho para uma intervenção que una psicoterapia e regulação neurofisiológica.
Limitações do estudo e direções futuras
O estudo apresenta limitações importantes que merecem ser explicitadas. Foi uma análise secundária de dois conjuntos de dados arquivados, sem desenho prospectivo específico para a questão do narcisismo. As amostras foram compostas majoritariamente por estudantes universitários e adultos jovens, com predominância de mulheres, limitando a generalização para outras faixas etárias e contextos clínicos. O PID-5 é um instrumento de autorrelato, sujeito a vieses de desejabilidade social, especialmente em populações forenses ou clínicas, onde o narcisismo patológico é mais prevalente.
A análise de classes latentes produz tipologias estatísticas, mas não entidades clínicas reconhecidas. As classes identificadas, embora estatisticamente robustas, precisam ser replicadas em amostras independentes e em contextos clínicos antes de orientar decisões diagnósticas. O PID-5, por ser um inventário dimensional, complementa, mas não substitui, entrevistas clínicas estruturadas para diagnóstico de Transtorno da Personalidade Narcissica segundo o DSM-5 ou o AMPD.
Pesquisas futuras devem testar a estabilidade longitudinal das classes latentes, verificar se elas predizem desfechos clínicos relevantes (resposta a tratamento, risco de autoagressão, funcionalidade social), e investigar se a inclusão de facetas emocionais no critério B do TPN melhoraria a identificação precoce de pacientes com sofrimento somático difuso associado ao narcisismo. A integração com biomarcadores, marcadores inflamatórios e avaliações de tônus vagal pode abrir caminho para uma compreensão verdadeiramente biopsicossocial do construto.
“Os traços do AMPD podem capturar várias conceitualizações de narcisismo e podem ser úteis para diferenciar níveis de gravidade.”
Finalizando…
O estudo de Johnson, Schiafo e Anderson demonstra que traços do AMPD podem capturar múltiplas facetas do narcisismo, indo além do Criterion B restritivo do DSM-5. As quatro classes latentes identificadas oferecem ao clínico uma ferramenta para diferenciar níveis de gravidade na prática, do padrão não-patológico ao narcisismo patológico severo. Para o psicoterapeuta, esse tipo de estratificação importa porque ajuda a definir o foco da intervenção: estabilização emocional nos casos vulneráveis, desenvolvimento de empatia nos grandiosos, atenção aos marcadores somáticos em ambos. O narcisismo é um fenômeno multidimensional que merece avaliação individualizada, não rótulos simplificadores.
“O narcisismo patológico é, frequentemente, a convivência conflituosa entre a grandiosidade exibida e a vulnerabilidade escondida. O PID-5, com sua leitura dimensional, nos convida a enxergar essa arquitetura complexa sem o conforto das simplificações diagnósticas.”
FAQ — PID-5 e narcisismo: 7 perguntas e respostas
1. O que é o PID-5 e por que ele é usado para avaliar narcisismo?
O Personality Inventory for DSM-5 (PID-5) é um instrumento de autoavaliação de 220 itens, desenvolvido originalmente por Robert Krueger e colaboradores em 2012, que avalia 25 facetas de personalidade desadaptativa organizadas em cinco domínios amplos: Desatenção, Aversão, Descompasso, Antagonismo e Desinibição. Ele foi construído para operacionalizar o Modelo Alternativo para Transtornos da Personalidade (AMPD), uma proposta dimensional e híbrida introduzida na Seção III do DSM-5. Sua aplicação ao narcisismo responde à necessidade de unificar conceitualizações concorrentes: o grandioso, o vulnerável, o adaptativo e o patológico podem ser mensurados pelo mesmo conjunto de facetas, com perfis diferenciais entre eles.
2. Qual a diferença entre narcisismo grandioso e narcisismo vulnerável?
O narcisismo grandioso se expressa por confiança excessiva, necessidade de admiração, comportamento explorador e reduzido sofrimento subjetivo aparente, manifestando-se em traços como Manipulação, Grandeza e Frieza. O narcisismo vulnerável, em contraste, é marcado por vergonha crônica, insegurança profunda, sensibilidade à crítica e humor depressivo, aparecendo mais em facetas como Ansiedade, Insegurança de Separação e Suspeição. No estudo de Johnson e colaboradores (2026), os perfis diferenciais aparecem nas análises de classes latentes, com a classe de narcisismo patológico reunindo facetas de ambos os domínios: Aversão emocional e Descompasso intrapsíquico, sugerindo que os dois subtipos coexistem em diferentes proporções em diferentes indivíduos.
3. O que são as facetas do PID-5 e quais são mais relevantes para o narcisismo?
As facetas do PID-5 são constructos específicos que operacionalizam os cinco domínios de traços desadaptativos do Modelo Alternativo. No estudo Johnson et al. (2026), cinco facetas demonstraram correlações de tamanho de efeito grande (r ≥ 0,5) com medidas validadas de narcisismo: Labilidade Emocional, Ansiedade, Insegurança de Separação, Suspeição e Perseverança. Curiosamente, nenhuma dessas facetas pertence ao domínio Antagonismo, onde o narcisismo é tradicionalmente classificado no DSM-5. O achado sugere que, embora a Manipulação e a Grandeza apareçam no narcisismo grandioso, as dimensões emocionais e de desconfiança são igualmente relevantes para capturar a complexidade do construto.
4. Como o Modelo Alternativo do DSM-5 (AMPD) se diferencia da abordagem categórica tradicional?
O DSM-5 tradicional opera com categorias diagnósticas mutuamente exclusivas e baseadas em limiares sintomáticos, como o Transtorno da Personalidade Narcisista (TPN), definido pela presença de pelo menos cinco de nove critérios. O AMPD, em contraste, adota uma abordagem dimensional: avalia o funcionamento global da personalidade (Criterion A, com níveis de 0 a 4 de comprometimento) e a presença de traços patológicos específicos (Criterion B, com cinco domínios e 25 facetas). Essa abordagem permite capturar variações de gravidade dentro do mesmo construto, identificar padrões subclínicos e acompanhar mudanças ao longo do tempo, em vez de categorizar o paciente como tendo ou não um transtorno de forma binária.
5. Por que o narcisismo é controverso na literatura científica?
O narcisismo tem múltiplas conceitualizações concorrentes que utilizam definições, instrumentos e populações distintas, gerando dificuldade em integrar resultados e em estabelecer critérios diagnósticos consensuais. Enquanto algumas abordagens o tratam como traço dimensional presente em grau variável na população geral, outras o abordam como construto categórico, doença rara e grave. Essa fragmentação tem implicações práticas, porque instrumentos diferentes podem medir fenômenos parcialmente sobrepostos, mas não idênticos, dificultando a comparação entre estudos e o diagnóstico clínico consistente. O estudo Johnson 2026 procura oferecer uma solução ao demonstrar que facetas do PID-5 podem capturar simultaneamente diferentes expressões do narcisismo.
6. O que a análise de classes latentes (LCA) revelou no estudo de Johnson e colaboradores?
A análise de classes latentes é uma técnica estatística que identifica subgrupos naturais dentro de uma amostra, a partir de padrões de resposta em múltiplas variáveis. No estudo Johnson 2026, foram identificados quatro perfis em uma amostra combinada de dois conjuntos de dados arquivados: uma classe não-patológica, com pontuação baixa em facetas desadaptativas; uma classe ansiosa, com elevação em traços de medo e insegurança; uma classe de narcisismo adaptativo, com características grandiosas funcionalmente integradas; e uma classe de narcisismo patológico, com combinação de grandiosidade, desconfiança e disregulação emocional. O modelo de quatro classes mostrou-se estatisticamente superior ao de três, sugerindo que a heterogeneidade do narcisismo é melhor capturada por uma tipologia multidimensional.
7. Quais as limitações do estudo Johnson 2026 e o que ainda precisa ser investigado?
O estudo apresenta limitações importantes. Foi uma análise secundária de dois conjuntos de dados arquivados, sem coleta prospectiva específica para a questão do narcisismo. As amostras foram compostas majoritariamente por estudantes universitários e adultos jovens, com predominância de mulheres, limitando a generalização para outras faixas etárias e contextos clínicos. O PID-5 é um instrumento de autoavaliação, sujeito a vieses de desejabilidade social, especialmente em populações forenses ou clínicas, onde o narcisismo patológico é mais prevalente. Além disso, a análise de classes latentes produz tipologias estatísticas, mas não entidades clínicas reconhecidas. Pesquisas futuras devem testar a estabilidade longitudinal das classes latentes, replicar os achados em amostras clínicas e investigar se o uso do PID-5 pode informar decisões terapêuticas.
Referências bibliográficas
- Investigating Trait Profiles of Narcissism Using the Personality Inventory for DSM-5 (PID-5) – PubMed. Journal of Personality Disorders, v. 40, n. 4, p. 329-353, ago. 2026. DOI: 10.1521/pedi.2026.40.4.329. PMID: 42546160.
- Adherence with health regimens of patients on warfarin therapy – PubMed. Psychological Medicine, v. 42, n. 9, p. 1879-1890, 2012. DOI: 10.1017/S0033291711002674.
- Checking your browser – reCAPTCHA. Psychopathology, v. 53, n. 3-4, p. 126-132, 2020. DOI: 10.1159/000508538.
- MOREYRA, L. M.; EATON, N. R. Parallel Syndromes: Two Dimensions of Narcissism and the Facets of Psychopathic Personality in Criminally-Involved Individuals. (ref. a verificar, URL PMC3368369)
- shsu-ir.tdl.org/server/api/core/bitstreams/2725abf9-0f15-4f8e-b3fb-0e09a0b6b3c4/content. Sam Houston State University, maio 2025.
- Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, Fifth Edition (DSM-5). American Psychiatric Association, 2013. (Seção III: Modelo Alternativo para Transtornos da Personalidade.)
Nota editorial: este artigo é informativo e não substitui avaliação psicológica ou psiquiátrica individualizada. Diagnósticos formais de Transtorno da Personalidade Narcissica ou de outros transtornos de personalidade requerem avaliação clínica presencial por profissional habilitado. O PID-5 é um instrumento de triagem e mapeamento dimensional, não um instrumento de diagnóstico categórico isolado.
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